quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Resenha: Divergente

Oi gente...
Estou em falta com vocês. Há alguns meses adquiri a trilogia Divergente e prometi fazer a resenha, o tempo passou mas eu não esqueci. 
Embora seja livros bem conhecidos eu não poderia deixar de resenhar esta maravilhosa obra da Verônica Roth.
Então vamos lá.

Sinopse:

Na futurística Chicago, quando a adolescente Beatrice (Shailene Woodley) completa 16 anos ela tem que escolher entre as diferentes facções que a cidade está dividida. Elas são cinco e cada uma representa um valor diferente, como honestidade, generosidade e coragem. Beatrice surpreende a todos e até a si mesma quando decide pela facção dos destemidos, diferente da família. Ao entrar para a Audácia ela torna-se Tris e entra numa jornada para afastar seus medos e descobrir quem é de verdade. Além disso conhece Quatro (Theo James), rapaz experiente que consegue intrigá-la e encantá-la ao mesmo tempo


Aos 16 anos, Beatrice Prior precisa enfrentar a escolha mais importante da sua vida: decidir em qual facção passará o resto de seus dias. E isso só é necessário porque o mundo como conhecemos não existe mais, e a Chicago atual é dividida em cinco facções que são responsáveis por manter a ordem das coisas.


  • A Amizade é o grupo formado por aqueles que culpavam a agressividade pelos problemas do mundo;
  •  Franqueza, com sua honestidade excessiva, rendeu líderes confiáveis para a Justiça;
  •  Os que culpavam a ignorância formaram a Erudição;
  •  Os que acreditavam na culpa do egoísmo formaram a Abnegação, com líderes justos e altruístas;
  • E a Audácia, que desprezava a covardia, ficou responsável por proteger a todos.


Na Cerimônia da Escolha, cada jovem precisa decidir se vai continuar na facção na qual nasceu e foi criado ou se vai investir em uma nova jornada, deixando para trás a família e os amigos – afinal, facção antes do sangue.
Para ajudar nesse momento difícil, todos eles passam por um teste direcional. Mas, no caso de Beatrice, a resposta não poderia ser mais assustadora: ela simplesmente não se encaixa em uma facção. É uma Divergente e, como tal, corre grande perigo – afinal, ela não pensa como os demais.
Ainda assim, lutando com sentimentos conflitantes, ela opta por fazer parte da Audácia e tornar-se uma daquelas pessoas ousadas que sempre admirou de longe. Mas as coisas não são tão fáceis e, em sua nova facção, ela precisará passar por um processo de iniciação rígido e perigoso.
Com testes físicos, emocionais e mentais, a preparação para se tornar membro da Audácia pode ser mortal e apenas os melhores poderão ficar. Aos que fracassarem o destino é virar um sem-facção, uma espécie de escória, caso sobrevivam.
Com tanta pressão sobre si, ao mesmo tempo em que tenta entender os perigos de ser Divergente, Tris busca completar sua iniciação com sucesso. Com novos amigos, mas também cercada de novos inimigos, ela vai perceber que passar por isso não é só questão de honra, mas de sobrevivência.
Veronica Roth tem muito potencial, isso é inegável. Tris é uma protagonista interessante e verossímil – tanto que, às vezes, queremos sacudi-la para ver se acorda. Não é a pessoa mais empática do mundo, mas é fácil torcer para ela.
A família Prior, os líderes das facções, os outros adolescentes… Todos têm características críveis, de pessoas que conhecemos hoje, o que nos faz amá-los e odiá-los de acordo com suas ações. Mas, por incrível que pareça, o personagem mais complexo e bem construído da história é Quatro, um dos responsáveis por treinar os iniciandos e um cara que acaba despertando sentimentos (conflitantes, às vezes) em Tris.
Gostei da história e me senti envolvida, especialmente a partir do momento que a protagonista descobre que há algo maior por trás dos recentes desentendimentos entre as facções. Essa é a parte mais interessante do livro – e a mais comum na literatura distópica.
Justamente por isso fiquei chateada por toda a comoção e ação de verdade só acontecer nas últimas 100 páginas. Coisas complexas foram resolvidas com certa facilidade e explicações acabaram sendo dadas superficialmente, mas acredito que isso seja reflexo da série ser uma trilogia e não livro único.
Apesar de ter gostado (mesmo com as ressalvas acima), não acho que Divergente tem o mesmo poder de Jogos Vorazes. Enquanto a história de Katniss Everdeen é bastante focada na parte política, mas sem deixar de lado os dramas pessoais da protagonista, Divergente é principalmente sobre Tris.
Com os acontecimentos do final do primeiro livro tenho certeza que a tendência da história é ganhar mais densidade. 
 E vocês ja leram? Gostaram? Deixe sua opnião aqui nos comentários.
Beijos!! Até a proxima!

2 comentários:

  1. Oi Dai, como vai?
    Por melhor que falem dessa trilogia, não sinto vontade de lê-la, minha intuição me diz que vou me decepcionar... Principalmente porque o padrão para comparar distopias está alto com Jogos Vorazes tão recente na mente ainda rs. Mas, no meu caso, a resistência em ler se deve ao fato de que não aguento mais narrativas em primeira pessoa na visão de personagens femininos. Se o Quatro fosse o narrador, acredito que a história seria muito mais empolgante. Eu li o spin-off narrado por ele e concordo com você, é um personagem complexamente bem construído. Pena que não aproveitaram mais dele. Enfim, sua resenha foi ótima, e reforçou minha pré-opinião sobre essa saga.
    Beijo, beijo.
    www.ameninaquenaoparadeler.blogspot.com.br

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  2. Sou apaixonada por essa trilogia.. Parabéns pela resenha 💕

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